50 ANOS DE AUTONOMIA DOS AÇORES

O ESTADO

DA CULTURA

DOS AÇORES

50 ANOS DE AUTONOMIA DOS AÇORES

O ESTADO

DA CULTURA

DOS AÇORES


9 NOV / 16H00
BIBLIOTECA DE ANGRA DO HEROÍSMO
ILHA TERCEIRA

O que mudou na cultura açoriana em 50 anos de autonomia — e o que falta ainda fazer?

Assinalar os 50 anos de autonomia dos Açores é também olhar para a forma como a cultura do arquipélago se transformou, se afirmou e ganhou espaço dentro e fora das ilhas. É esse balanço, mas também esse debate sobre o futuro, que estará no centro da conferência “50 anos de autonomia dos Açores: o estado da cultura dos Açores”.

Ao longo das últimas cinco décadas, a autonomia permitiu criar, apoiar e consolidar projetos, estruturas e agentes culturais que contribuíram para uma identidade cultural açoriana cada vez mais visível e dinâmica. Mas que impacto tiveram essas políticas e iniciativas? Que projetos marcaram este percurso? Que modelos culturais têm sido privilegiados? E, sobretudo, que potencial continua por explorar?

A conferência reunirá personalidades de referência ligadas à cultura açoriana, incluindo o Governo Regional e a Federação Luso-americana Para o Desenvolvimento. Num painel aberto ao debate, serão colocadas em confronto diferentes perspetivas sobre o caminho percorrido e sobre os desafios que se colocam à cultura dos Açores.

Mais do que uma celebração, pretende-se fazer um diagnóstico crítico e sem complacência: identificar conquistas, reconhecer lacunas, questionar opções e discutir aquilo que pode — e deve — ser feito nos próximos anos para que a cultura açoriana desenvolva todo o seu potencial.

Porque celebrar 50 anos de autonomia é também perguntar que cultura queremos para os próximos 50.

A conferência pretende, assim, lançar uma discussão necessária sobre financiamento e políticas culturais, criação artística, profissionalização, circulação e internacionalização, descentralização, públicos, estruturas existentes e novas oportunidades para os agentes culturais açorianos.

Uma conversa sobre o que foi feito, sobre o que ficou por fazer e, sobretudo, sobre aquilo que ainda podemos construir.